Aprendendo com as críticas

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Todos sabemos o quanto é complicado lidar com críticas. Chega a doer, muitas vezes.

Até desenvolvemos a tal da teoria das “críticas construtivas” que, na verdade, são apenas mais uma desculpa para que possamos escolher com quais críticas queremos ou não lidar de forma amigável.

Há, também, o grupo dos que escolham atacar quem os critica e até questionar se a pessoa faz mesmo aquelo que prega.

Mas sabem que considero isto burrice?

Sim, BURRICE!

Pensem comigo: se uma pessoa sinaliza que algo que estamos fazendo não está legal, mesmo que ela o faça por inveja, ela está nos dando a chance de rever o que e como estamos fazendo para, assim, fazermos ainda melhor.

Sem falar que se baixarmos a guarda, podemos nos mostrar superiores ao dar-lhe ouvido e pedirmos sugestões de como, do ponto de vista dela, possamos melhorar.

Supondo que a tal crítica tenha vindo de alguém que nos tinha antipatia, com esta postura já temos enormes chances de ganhar a simpatia dela, dali para a frente. Sem falar no excelente papo que se pode ter e nas ideias para melhorar.

Agora, falemos de quem, ao receber uma crítica, faz aquela pergunta: “Mas… E você que está me criticando, faz isso ou só fala?”

Convenhamos! De todas as posturas, esta é a que melhor ilustra uma pessoa pouco capacitada a aproveitar-se de oportunidades.

Pensem comigo²: se uma pessoa te critica em algo que, na verdade, ela tem razão, mas também não faz certo naquilo, você escolher rebater a crítica dela questionando-a por também não fazer, é praticamente abrir mão de aproveitar-se do momento para consertar seu erro só pra se igualar a ela. NO ERRO. Ou seja? Burrice.

Então, amigas e amigos, vamos passar a ver as críticas com outros olhos. Os olhos de quem enxerga nelas elogios ao nosso verdadeiro potencial.

E que os astros protejam vocês!

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